Leite derramado Leite derramado

26/03/2009

O autor

CHico Buarque

Francisco Buarque de Hollanda nasceu no Rio de Janeiro, em 1944. Cantor e compositor, publicou as peças Roda viva [1968], Calabar [1973], Gota d’água [1975] e Ópera do malandro [1979]; a novela Fazenda modelo [1974] e os romances Estorvo [1991], Benjamim [1995] e Budapeste [2003]

Para mais informações: www.chicobuarque.com.br

SOBRE ESTORVO:
Estorvo é um livro brilhante, escrito com engenho e mão leve. [...] Esta disposição absurda de continuar igual em circunstâncias impossíveis é a forte metáfora que Chico Buarque inventou para o Brasil contemporâneo, cujo livro talvez tenha escrito.”
— Roberto Schwarz,
Veja

Estorvo

SOBRE BENJAMIM:
“O livro é magnificamente bem escrito. O escritor chega à excelência em sua capacidade de captar os detalhes expressivos, de encontrar a imagem exata, e confirma seu domínio absoluto do ritmo. [...] Em momentos assim, o escritor Chico Buarque encontra o compositor Chico Buarque pela via do lirismo, e o resultado não é só alta literatura, mas também uma poesia dolorosa, uma quase-música que embala e comove.”— José Geraldo Couto,
Folha de S.Paulo

Benjamim

SOBRE BUDAPESTE:
Budapeste, no exato momento em que termina, transforma-se em poesia.”
— José Miguel Wisnik

Budapeste

“Chico Buarque ousou muito, escreveu cruzando um abismo sobre um arame e chegou ao outro lado. Ao lado onde se encontram os trabalhos executados com mestria, a da linguagem, a da construção narrativa, a do simples fazer. Não creio enganar-me dizendo que algo novo aconteceu no Brasil com este livro.”
— José Saramago,
Folha de S.Paulo

“Talvez o mais belo dos três livros da maturidade de Chico, Budapeste é um labirinto de espelhos que afinal se resolve, não na trama, mas nas palavras, como poemas.”
— Caetano Veloso,
O Globo

“O livro de Chico é uma vertigem. Você é sugado pela primeira linha e levado ao estilo falso-leve, a prosa depurada e a construção engenhosa até sair no fim lamentando que não haja mais, assombrado pelo sortilégio deste mestre de juntar palavras. Literalmente assombrado.”
— Luis Fernando Verissimo,
O Globo




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