Leite derramado Leite derramado

26/03/2009

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26/03/2009

Palavra da imprensa

“…Leite Derramado, o quarto romance de Chico Buarque, deveria ser lido por todo brasileiro. Pela simples razão de que é uma das melhores peças literárias dos últimos tempos.” Cadão Volpato - Jornal Valor Econômico

“O que Chico comprova em Leite Derramado é que já conquistou algo que muitos escritores demoram tempo a conseguir: uma voz própria.” Carlos André Moreira - Jornal Zero Hora

“Chico Buarque tem enfrentado modelos clássicos com grande virtuosismo.” João Paulo Cunha - Jornal Estado de Minas

Ao ler o livro, é inevitável pensar no Machado de Assis de Dom Casmurro e de Memórias Póstumas de Brás Cubas - este último por conta do enredo em que aparentemente não acontece nada e nenhuma narrativa se estabelece como determinante. O diálogo eficiente com o maior escritor brasileiro dá a medida do triunfo literário que é este novo romance de Chico Buarque.” — Heitor Ferraz, Revista BRAVO!

Leite derramado é o mais hábil e inspirado romance que [Chico Buarque] já escreveu (…). A qualidade de Leite derramado — um dos mais importantes romances lançados no país nesta primeira década do século XXI — desmonta, de vez, as superstições e preconceitos que deformam sua figura de escritor. Chico não é só um músico de sucesso que faz literatura. Ele está entre os grandes narradores brasileiros contemporâneos (…). Leite derramado despeja sobre o leitor, é verdade, uma profunda tristeza. Mas é uma tristeza fértil, que nos ajuda a matizar os grandes atos da história.” — José Castello, O Globo

“[Em Leite derramado] os tempos encontram-se também tensionados, o presente derruído em oposição ao passado faustoso. E é dessa oposição que ressai uma dimensão importante no livro e sem precedentes, ao menos com essa insistência e intensidade, na obra literária de Chico Buarque (…). Leite derramado é o tempo perdido e irrecuperável da vida do narrador. Acolhe também uma dimensão sexual, que remonta a suas identificações com o pai e está diretamente relacionada a seu destino.” — Francisco Bosco, O Globo

“Desde o seu primeiro livro, Estorvo, Chico Buarque pratica um estilo em que o prosaico se mistura a efetivos achados poéticos.” — Carlos Graieb, Veja

“Do ponto de vista estilístico, a prosa de Chico evoca características da narrativa machadiana.” — Sylvia Colombo, Folha de S.Paulo

Leite derramado é um livro divertido, que se lê de um estirão (…). Sem saudosismo nem adesão subalterna ao que está aí, a invenção realista de Chico Buarque é uma soberba lufada de ar fresco.” — Roberto Schwarz, Folha de S.Paulo

“Obra de alta carpintaria literária, o quarto romance de Chico Buarque impressiona mais pela beleza e astúcia de peças isoladas (…). A leitura encanta e arrebata (…).” — Eduardo Giannetti, Folha de S.Paulo

“É a melhor [obra de ficção] de todas que já escreveu, e a mais cinematográfica.” — Luis Antônio Giron, Época

“(…) estamos diante de um escritor de mão cheia (…). Leite derramado, ao que tudo indica, representa a abertura de um novo ciclo [narrativo] (…). Ao revirar pelo avesso ideologias entranhadas fundamente em nossos hábitos cotidianos, talvez ele [Chico Buarque] avance rumo às raízes do Brasil.” — Augusto Massi, O Estado de S. Paulo

Leite derramado é um livro maior, em que Chico Buarque dá um passo além de Budapeste e alcança na ficção a mesma potência vernácula e imaginativa de suas melhores canções (…). Chico Buarque escreveu um romance poderoso sobre o amor e a posse, a memória e a história.” — Samuel Titan Jr., O Estado de S. Paulo

“Começando a leitura hoje, sábado, na segunda você estará com um livro de pouco menos de 200 páginas devidamente saboreado e a cabeça recheada de ótimas histórias para contar, (…) depois de um fim de semana segurando nada menos que o Brasil nas mãos (…). O Chico escritor está aqui na ponta dos cascos.” — Reinaldo Moraes, Jornal do Brasil

Leite derramado terá longa vida.” — Álvaro Costa e Silva, Jornal do Brasil